Conduzo seu processo do primeiro passo à conclusão — com técnica, clareza e a firmeza necessária para você recomeçar em paz.
Nenhum desses medos é exagero. Mas nenhum deles precisa ser carregado por você. É exatamente para isso que existe uma advogada de família.
Sou a Dra. Deborah Pereira, advogada inscrita na OAB/SP sob o nº 489.993, com atuação dedicada ao Direito de Família.
Meu jeito de trabalhar é direto: você entende cada etapa do seu processo, sabe exatamente o que está acontecendo e o que vem depois. Sem juridiquês, sem promessas vazias e sem deixar você esperando resposta.
Escolhi o Direito de Família porque acredito que os momentos mais difíceis da vida de uma pessoa merecem uma advocacia que combine técnica e humanidade.
Você me chama no WhatsApp e me conta sua situação. Sem formulários, sem burocracia.
Analiso seus documentos e apresento o caminho mais adequado: prazos reais, etapas e honorários, tudo explicado com clareza.
Com tudo alinhado, eu assumo. Cuido do processo do início ao fim e mantenho você informada em cada etapa.
Depende do tipo. Um divórcio consensual em cartório pode ser concluído em poucas semanas, quando toda a documentação está em ordem. Um divórcio judicial litigioso leva mais tempo, pois depende do andamento do processo. Na conversa inicial, avalio seu caso e te dou uma estimativa realista.
Na maioria dos casos, sim, dá para resolver sem você pisar em um fórum. Divórcios consensuais podem ser feitos em cartório, inclusive de forma eletrônica, e os processos judiciais hoje tramitam digitalmente. Atendo de forma totalmente online ou presencial, como for melhor para você.
Ninguém é obrigado a permanecer casado. O divórcio é um direito que não depende da concordância do cônjuge nem de justificativa. Se não houver acordo sobre bens, guarda ou pensão, essas questões são resolvidas no processo — e é aí que a condução técnica faz diferença.
Os honorários variam conforme a complexidade do caso — um divórcio consensual em cartório é diferente de um processo litigioso com partilha de bens. O valor é apresentado na conversa inicial, de forma clara e sem surpresas.
A regra atual no Brasil é a guarda compartilhada, em que ambos os pais participam das decisões da vida dos filhos — o que não significa dividir o tempo ao meio. Convivência, residência e pensão são definidas caso a caso, sempre priorizando o bem-estar das crianças.
O primeiro passo é só uma conversa. Me chama no WhatsApp, me conta sua situação e eu te digo, com clareza, qual é o caminho.
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